Um olhar e histórias de uma época que acredita que todos podem ler um livro, sem perder o tempo

Poema: O calado Esculpiu a rua e, para que nela houvesse mais brilho, deu a primeira mão de verniz. Depois: esculpiu a multidão. E, para que houvesse nesse aglomerado de passantes, menor superficialidade, foi a vez de aquarela, nela. Assim. Arquitetou várias casas, empresas e, outras instituições. E, para que em tudo isso houvesse um contraste assim, mais... ajustado. Fez o que pôde. Indeciso. Usando um verde claro. Ruas, multidões, residências, empresas, instituições... Percebeu que ficou seu tempo gasto, muito parecido com a sociedade. Foi aí que pensou naquela cor. Aquela cor bonita. Chamativa. Queria deixar tudo isso aparentemente com mais vida e humanizado. Se surpreendeu com a obra criada. Pois. O tom viável, disseram, ainda não haviam inventado. Autor: Denis Santos (Guarapuava - PR). Para comprar o livro visite "Escolha seu livro" no início do site. Preço: 20 (vinte) reais.