“O senhor resgata a alma dos seus servos, e nenhum dos que nele confiam será condenado”. (Salmo 34:22).

Poema: Certas ruas Sempre fui de caminhar por "certas ruas". Um dia, passava por uma que havia um portão. Nesse portão, me ofereceram algo. Algo que, se eu aceitasse, eu não poderia contar para a minha família, o que era esse algo. Recusando esse algo, continuei a caminhar (como sempre fazia), por "certas ruas". Sempre fui de caminhar por "certas ruas". Um dia, passava por uma que havia uma esquina. Nessa esquina, me ofereceram algo. Algo que, se eu aceitasse, eu não poderia contar para a minha família, o que era esse algo. Recusando esse algo, continuei a caminhar (como sempre fazia), por "certas ruas". Um belo dia, numa das minhas caminhadas, topei com um cadáver no meio da rua. Os repórteres, comentaram que, a causa da morte, era aquilo que haviam me oferecido naquele portão e, naquela esquina. Senti pena do defunto. Pena. Pena porque sei que...